Vectorworks Spotlight e ESP Vision
A CAD Technology uniu forças com a Maxivolt Iluminação, para uma divulgação mais ampla no mercado nacional de umas das ferramentas mais completas de criação de projetos luminotécnicos, o Vectorworks Spotlight 2011 (da Nemetschek Vectorworks, USA) e também do software vizualizador ESP Vision (ZZYZX, Inc. - USA).
O Vectorworks é uma ferramenta CAD consagrada mudialmente na área de arquitetura e chega até nós na sua mais nova versão 2011 com a expansão Spotlight, que é desenhada especificamente para o ramo de entretenimento e eventos.
O programa realiza projetos de uma forma profissional e permite a integração das diversas equipes envolvidas no processo de desenvolvimento de um projeto, utilizando a tecnologia BIM, otimizando o tempo de projeto e reduzindo a possibilidade de erros. Ainda possui base de dados e planilhas totalmente integrados, para levantamentos de diferentes informações a partir do desenho, desde os materiais necessários para a obra até os materiais utilizados no palco para as apresentações. Além disso, é capaz de gerar apresentações extremamente realísticas com o novo Renderworks, que utiliza o mesmo motor de renderização de outro programa bem conhecido por aqui, o Cinema 4D.
Já o ESP Vision possibilita a vizualização do projeto feito no Vectorworks Spotlight 2011 conectado aos com consoles DMX de peso, como a ETC, Whole Hog, Grand MA, Avolites ou ainda através de conexões Art-Net.
Esses produtos estarão em demonstração no showroom da Maxivolt Iluminação, com todo o suporte técnico necessário para que você fique por dentro dessas novas tecnologias, durante o período da Broadcast & Cable que acontece de 23 à 25 de agosto no Centro de Exposições Imigrantes em São Paulo e também durante a Expomusic de 21 à 25 de setembro.
Veja abaixo projetos desenvolvidos com o Vectorworks:
Publicado por: Renato MatsubaraGuia DMX 512 para iniciantes
Oi pessoal!
Criei um guia bem básico sobre DMX 512 para ajudar aqueles que estão começando na profissão de iluminador, instalador ou montador de iluminação. Se você tem dificuldade para endereçar equipamentos ou entender como funciona o protocolo DMX 512 leia esse artigo.
É totalmente gratuito e você pode fazer o download aqui.
Agora, se você já conhece bem o DMX e tem gente que fica te enchendo a paciência com perguntas básicas, fique à vontade para compartilhar o artigo, ele está registrado sob a licença da Creative Commons que permite a cópia, distribuição, transmissão e até a criação de obras derivadas, desde que seja observado alguns detalhes. Para ver como compartilhar sem infrigir a lei, visite http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/.
No artigo, falo sobre a montagem do Terminator, o tutorial de montagem feito pelo Edu Minawa, está aqui.
Espero ter ajudado! Lembrando que é sempre legal ouvir suas sugestões, elogios e críticas. Se você tem alguma ou ficou com dúvidas, escreva um comentário abaixo que responderei o mais breve possivel!
Bons Eventos!
Publicado por: Renato MatsubaraFlashBack!
Um clássico das pistas de dança volta a aparecer nas noites. O Gemini, equipamento multiraio com efeito único reaparece em casas noturnas e eventos diversos.
Utilizado como peça central em pistas de dança ou mesmo em quantidades diversas. Este equipamento, muitíssimo popular na década de 90, retorna para brilhar na memória daqueles que já o viram e impressiona os mais jovens pois nenhum moving head consegue causar o impacto que este aparelho o faz.
Confira nosso vídeo demonstrativo ou veja de perto em nosso showroom.
Para maiores informações contato@maxivolt.com.br
Fiquem ligados para mais novidades em breve e bons eventos!
Terminator DMX, Passo-a-passo
O terminador DMX (terminator) é um componente simples e barato que assegura o casamento de impedância da linha DMX evitando reflexões de sinal e eliminando ruídos causados por interferência.
Caso esteja enfrentando problemas de controle nos seus equipamentos ou defeitos intermitentes, experimente utilizar o terminator no último equipamento de sua linha DMX.
Para fazer o terminator por conta própria você vai precisar:
01 - resitor de 120 ohms, 1/2W
01 - conector macho XLR
01 - ferro de solda e estanho
1° passo
Desmonte o conector XLR ficando apenas com o miolo. Fixe-o com uma morsa ou algum apoio para mante-lo estável na hora da solda.
2°passo
Com o ferro de solda, coloque uma pequena quantidade de estanho nos pinos 2 e 3 na parte interna do conector. Faça o mesmo nos terminais do resistor. Isso facilitará na soldagem entre os 2 componentes.
3°passo
Agora solde o resistor nos terminais 2 e 3, e monte o conector novamente.
4°passo
Para finalizar utilize uma fita isolante colorida em volta do conector para facilitar sua visualização e conecte seu terminator no último aparelho da linha DMX.
Teste – Scan MSD vs Scan ELC
Em um de nossos ultimos artigos de 2009 (http://maxivolt.com.br/blog/?p=256) mostramos algumas diferenças básicas entre as lâmpadas a gás e halógena.
E mais uma vez trazemos a tona essa antiga discussão que paira no ar toda vez que um pequeno locador ou dj decide comprar seus primeiros moving lights.
Que tipo de aparelho comprar? Lâmpada a gás, ou halógena?
Nesta questão, temos que considerar vários fatores como capital disponível, qualidade da luz, durabilidade e peso do equipamento.
Vamos citar abaixo alguns prós e contras de cada aparelho:
Moving Light c/ lamp. a gás
Prós
- Luz mais forte: responde bem mesmo com luz ambiente no local
-Branco em 8000K: Reproduz as outras cores com qualidade e brilho
-Durabilidade: Lâmpada com vida útil de 800h a 1500hrs
-Mais recursos: Geralmente tem mais canais e proporcionam melhores efeitos
Contras
-Custo: Geralmente são mais caros devido a maior quantidade de recursos
-Peso: São equipamentos mais pesados, dificultando a instalação
-Cuidado Extra: A lâmpada a gás não dispara enquanto estiver quente, portanto não é recomendado desliga-la no meio do evento.
Moving Light c/ lamp. ELC
Prós
Custo: São mais baratos pois normalmente são equipamentos mais simples
Lâmpada de baixo custo: O preço varia de R$10,00 a R$30,00
Peso: Por ser mais leve, facilita o manuseio
Contras
Lâmpada de vida curta: Com uma vida útil de 50hrs, é sempre bom levar lâmpadas reserva nos eventos
Reprodução de cor: As lâmpadas halógenas são amareladas e perdem o brilho com a roda de cor
Menos recursos: Por serem equipamentos mais simples, deixam a desejar no numero de recursos
Luz mais fraca: Dependendo do pé-direito do local ou iluminação ambiente, falta luz na lâmpada ELC
Citamos apenas alguns fatores que devem ser levados em consideração na hora da compra, porém as variáveis não terminam por aqui e cada caso deve ser estudado individualmente.
E para ajudar você a tomar a melhor decisão selecionamos algumas fotos para que você tire suas próprias conclusões.
Os equipamentos usados no teste foram:
Scan Holle ELC - 250W (Lâmpada Halógena)
Scan Holle MSD - 250W (Lâmpada a Gás)
Nas fotos acima pode-se distinguir os equipamentos pelo tamanho do foco e cor de branco, sendo a Lâmpada a gás a luz com branco "frio" (azulado) e maior foco.
Paramos por aqui. Fique atento as novidades do blog e dê suas sugestões de matérias através do e-mail contato@maxivolt.com.br. Se ainda tiver alguma dúvida ligue pra gente e teremos o maior prazer em atende-lô.
Até a próxima e bons eventos!
Multiraios e Master/Slave
Os multiraios Led estão se tornando cada vez mais populares. Seja por seu peso reduzido, durabilidade ou funcionalidades. Muitos usuários estão optando trocar seus antigos equipamentos de lâmpada, e em sua grande maioria, satisfeitos com a mudança.
Pensando nisso vale ressaltar uma função simples, porém muito útil quando utilizamos vários equipamentos similares. A função Master/Slave.
Esta função nos permite operar vários equipamentos similares de modo ao primeiro funcionar como "Mestre", e o restante como "Escravo". Dessa forma, todos os efeitos estarão sincronizados, sem a necessidade de uma mesa DMX ou qualquer outro equipamento.
Abaixo, seguem dois vídeos, exemplificando esta função:
SEM MASTER/SLAVE
COM MASTER/SLAVE
Ainda exsite a possibilidade de operar estes equipamentos em modo DMX, criando efeitos personalizados para cada tipo de ambiente. Por outro lado a função Master/Slave traz rapidez e praticidade nas instalações, multiplicando o efeito dos equipamentos utilizados em conjunto.
Agora cabe a cada um pesar na balança e optar pelo melhor modo de operação em suas instalações.
E bons eventos!
Moving Lights e Lampadas

Pensando em comprar seus primeiros moving lights?
Aqui vão algumas informações que podem ajudar na hora da escolha do equipamento certo para suas necessidades.
Moving Lights
São quaisquer equipamentos que projetem um feixe de luz e possibilitem seu direcionamento, sendo os moving heads e scans os mais populares.
Scan
Movimenta apenas seu espelho para deslocar o feixe de luz.
Isso possibilita movimentos rápidos, bons para acompanhar a batida da musica.
No entanto seu raio de ação é mais limitado, portanto a escolha de um bom local de instalação é essencial para valorizar seus efeitos.
Moving Head
Possui uma cabeça que abriga todo conjunto ótico, incluindo discos de cores e gobos.
Seus movimentos são mais suaves e orgânicos, além de possibilitar uma movimentação em 360 graus em seu eixo horizontal.
Tipos de Lâmpadas
Após escolher o equipamento que melhor atende suas necessidades é hora de escolher a fonte de luz.
Atualmente as lâmpadas mais utilizadas são a ELC e MSD/MSR. Já esta disponível no mercado moving lights Led, no entanto vamos deixar para falar deste equipamento em outro momento.
Lâmpada ELC
É uma lâmpada muito mais barata e não necessita de ignitor para disparo. Apenas um transformador faz o serviço , diminuindo os custos dos equipamentos que a utilizam.
Porém sua luz é “amarelada” (3200K), de baixa eficiência luminosa e vida útil reduzida (50 horas aproximadamente).
Lâmpada de disparo (MSD/MSR)
Estas lâmpadas são mais caras, porém sua vida útil gira em torno de 1500hrs a 3000hrs.
Outra vantagem é sua alta luminosidade e temperatura de cor (branco em 8000K), reproduzindo outras cores de maneira mais fiel.
Porém quem as utiliza deve tomar uma série de cuidados, pois o mau uso pode acarretar em danos ao equipamento e diminuição de tempo de vida.
Terminamos por aqui. Dúvidas ou maiores esclarecimentos nos contate através do e-mail contato@maxivolt.com.br, estamos sempre a disposição para lhe auxiliar da melhor maneira possível.
Até mais.
TESTE – Refletores Externos Led 1W
Nesta edição testamos em nosso showroom os refletores externos das marcas Neo Flash e MR Light.
Ambos os equipamentos tiveram resultados satisfatórios e muito semelhantes quanto a intensidade de luz.
No entanto a diferença maior apareceu nos procedimentos de operação, e funcionalidades de cada equipamento.
Abaixo mostraremos uma tabela comparativa e fotos do teste realizado.
FOTOS DO TESTE
Sendo a 1° linha Neo Flash, e a 2° MR-Light
FOTOS DO TESTE
CONCLUSÕES
A grande diferença entre os equipamentos está no modo de uso e funcionalidades extras.
O equipamento da Neo Flash possui um número de canais reduzidos (4 ch), facilitando a programação e uso do equipamento junto a uma mesa DMX.
Já o refletor da MR-Light tem uma série de programas automáticos, 9 canais DMX e a possibilidade de editar alguns destes programas, além de um estrobo mais rápido. Dessa forma pode-se até utilizar este equipamento sem mesa DMX, para projetos de luz ambiente e arquitetural. No entanto a interface com o usuário é um tanto complexa e o manual não explica muita coisa, então esteja preparado para gastar um tempo e aprender a utilizar todas as funções.
Portanto se for utilizar os refletores com uma mesa DMX, recomendamos a marca NeoFlash pela praticidade na hora da programação.
Se o caso for projetos arquiteturais onde não se queira utilizar a mesa DMX, MR-Light é o mais indicado por ter mais programas internos que podem ser utilizados de forma independente.
TESTE – Maquina Low Fog
Neste mês, testamos a máquina de fumaça BF-3000.
Este equipamento possui um reservatório para armazenar gelo seco ou comum. Dessa forma a fumaça é resfriada e permanece no chão por mais tempo e quando sobe se espalha de forma mais distribuida, melhorando os efeitos das luzes.
Conclusões
Para se obter o efeito de fumaça baixa utilizamos um saco de gelo picado de 5Kgs. O compartimento para o gelo comportou bem, ainda sobrando algum espaço livre.
Para uso prolongado pode-se encher o reservatório ao máximo, porém a medida em que o gelo derrete se faz necessário escoar a água produzida através da válvula encontrada na parte frontal do equipamento. De outra maneira a água pode vazar pelos dutos de fumaça.
Com as cortinas do showroom fechadas a fumaça tomou conta do chão em poucos segundos, porém com a cortina aberta o vento não permitia que a fumaça ficasse bem distribuída, indicando que seu uso talvez seja mais apropriado em ambientes internos como teatros, auditórios ou pistas de dança.
O controle digital permite mudar o endereçamento DMX, controlar a temporização e volume de fumaça.
Por fim o equipamento cumpriu com o que se propôs a fazer, e pode ser uma alternativa de efeito em ambientes fechados.
Fog Machine – Seu equipamento durando mais

Previnir é, e sempre será, o melhor remédio.
A manutenção preventiva em suas máquinas de fumaça pode aumentar a vida útil dos aparelhos significamente, e não requer prática e tão pouco habilidade.
Mas antes, algumas dicas para prolongar a vida de seu equipamento:
1. Sempre utilize líquidos de fumaça de procedência. O líquido de má qualidade deixa uma grande quantidade de resíduos e provoca o entupimento prematuro do bloco de aquecimento.
2. Verifique o nível de líquido regularmente. A bomba que expele o líquido não foi projetada para puxar ar. Caso isto ocorra por tempo prolongado, este componente pode vir a queimar.
3. Realize a limpeza do bloco ao menos uma vez por mês ou quando deixar a máquina desligada por períodos prolongados. Dessa forma você diminuirá a quantidade de resíduos que possam vir a entupir o bloco.
Limpeza do Bloco
Para limpar o bloco basta utilizar água destilada, encontrada em casas de auto-peças ou farmácias.
O motivo pelo qual optamos pela água destilada é justamente por ela não conter nenhum mineral. Diferente da água comum, onde seus minerais poderiam vir a se acumular junto com resíduos de líquido dentro do bloco.
Utilize somente a água destilada, e dispare a máquina quantas vezes for necessário para que você obtenha somente vapor de água sendo expelida pela saída do equipamento.
Feito isso, sua máquina de fumaça esta pronta para ser guardada.
Bons eventos!























